COMUNIDADE QUILOMBOLA BAIXA DE QUELÉ

COMUNIDADE QUILOMBOLA BAIXA DE QUELÉ

JEREMOABO/BA

Capa de Livro: COMUNIDADE QUILOMBOLA BAIXA DE QUELÉ

PROJETO NOVA CARTOGRAFIA SOCIAL DOS POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO BRASIL - PROJETO QUILOMBOS

Coordenação do PNCSA - Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia: Alfredo Wagner Berno de Almeida (PPGSCA-U- FAM, FAPEAM-CNPq)

Coordenação geral do Projeto Quilombos: Franklin Plassmann de Carvalho, Juracy Marques e Vânia Fialho

Coordenação da Pesquisa: Alzení de Freitas Tomáz e Juracy Marques

Equipe da Pesquisa: Alzení de Freitas Tomáz, Ana Paula Silva de Ar- ruda, André Luís Oliveira Pereira de Souza, Arthur Lima da Silva, Daniela Santos Silva, Danilo Borges e Silva de Araújo, Danilo Cardoso, Gisele da Silva Conceição, Jakeline Alves Silva Muricy, Joaquim Alves Novaes, Juracy Marques, Lilian Pinto da Silva Santos, Maria de Fátima Santos de Lima, Maria do Socorro Silva, Maria Rosa Almeida Alves, Nacho Vega Férnandez, Nilma Carvalho Pereira, Pâmela Peregrino da Cruz, Paola Odonilé, Paulo Wataru Morimitsu, Rob- son Marques dos Santos, Silvia Janayna de Oliveira Veriato, Suana Silva.

Participantes da Oficina: Abílio Pedro dos Santos, Augustinha de Jesus Santos, Dona Augusta, Dona Raimunda, José Romildo de Jesus Santos, Manoel Cardoso dos Passos, Maria Cardoso dos Santos, Maria da Conceição, Maria de Fátima dos Santos, Rai- mundo, Renato Franco dos Passos, Seu Abelardo Fontes, Seu André, Seu Emídio, Seu Eugênio, Seu Fiel.

Fotos: Jinorman Pereira
Arquivo da Nova Cartogra a Social do Brasil – Núcleo São Francisco

Mapa:  Álvaro Eduardo Mascarenhas Ribas, Alzení de Freitas Tomáz, Ana Paula Silva de Arruda, André Luís Oliveira Pereira de Souza, Eder Marinho, Juracy Marques, Lucas Martins.

Diagramação e Projeto Gráfico:  Ana Paula Silva de Arruda

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Para mim é um lugar de muita felicidade porque quando a gente morava lá a seca era grande e o meu pai não tinha as condições, ele criou a gente com uma foice nas costas, tinha dias dele chegar deitar e nós tirar as capelinhas das costas porque pelava feito um teiú. As costas pelavam do sol. E aqui trabalhava, mas não era o tanto que ele trabalha- va porque era na roça dele. E lá ela saia pra trabalhar e uns 15 dias, 3 semanas e tinha vez que quando chegava com os braços cruzados dizendo que o que ganhava só dava pra comer lá. E aqui não foi diferente, quando chegamos aqui embora tivesse seca, mas, nunca faltou o que botar no fogo não. (Dona Maria da Conceição)

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